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23 de Outubro de 2017

Giro Solidário

Daniele Neves, Estudante de Direito
Publicado por Daniele Neves
há 2 meses

Aparentemente parece ser uma pirâmide financeira, este assunto virou febre nas redes de forma muito rápida, que pode ser caracterizado crime, até mesmo de estelionato.

Como funciona?

Cada um investe 125,00 reais que será depositado diretamente na conta bancária pessoal e cada participante é responsável por convidar novas pessoas, uma vez que os últimos participantes acabam custeando os lucros de quem aderiu antes.

Sendo assim muitas das pessoas que aplicam o dinheiro caem no golpe acreditando que terão um retorno rápido do dinheiro investido. O ‘investimento’ é pouco, e o retorno chega a ser cerca de dez vezes mais ao administrador do grupo. Nestas circunstâncias a pessoa nada mais é que uma vítima de um estelionatário que geralmente recebe o dinheiro dos novos membros.

Concluindo, a prática de pirâmide é enquadrada como um crime contra a economia popular tipificado no inciso IX, art. , da Lei 1.521/51: “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos (“bola de neve”, “cadeias”, “pichardismo” e quaisquer outros equivalentes).

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